Email Marketing

O e-mail marketing não é nada mais do que aquilo que conhecíamos como marketing directo. Contudo, e com o advento do marketing digital, o e-mail marketing tornou-se uma ferramenta da estratégia desta área e, como ferramenta estratégica que é, há que pensá-la sob vários aspectos antes do respectivo envio.

Existem 3 sub-tipos de e-mail marketing:

  • Direct Mail – E-mails promocionais para aquisição de novos clientes ou para promover uma nova compra;
  • Newsletters – E-mails para estabelecimento de uma relação de fidelização;
  • Publicação de Anúncios – Colocação de mensagens de marketing ou publicidade em e-mails enviados por outros.

O e-mail marketing possui duas grandes vantagens, quando comparado com outras técnicas ou ferramentas da estratégia de marketing digital. Primeiro, é o custo. O custo do envio de 1 e-mail é mais baixo do que anunciar no Google ou no Facebook. Outra vantagem é a direcionalidade. Com o envio de e-mail marketing, podemos saber exactamente a quem nos dirigimos, ao contrário da criação de um website ou uma landing page.

Permission Marketing

Uma outra das vantagens que o e-mail marketing possui é a sua eficácia. Mas o e-mail marketing, só o é eficaz se, como tudo, for utilizado da maneira correcta. E utilizar o e-mail marketing de maneira certa, e consequentemente eficaz, implica que não enviemos e-mails a torto e a direito. Implca que tenhamos sempre em mente a permissa e a regra de permission marketing. Segundo Seth Godin, podemos definirpermission marketing como sendo “o privilégio (e não o direito) de entrega antecipada de mensagens pessoais e relevantes para as pessoas (prospects) que realmente querem obtê-los”.

Ou seja, o consumidor tem o poder de escolher, e é por essa razão que existem as seguintes políticas de e-mail marketing, as quais as Empresas perceber.

Política de Opt-in – Exige a acção “positiva” de um potencial cliente. Ou seja, um potencial cliente tem a possibilidade de auto-selecionar os serviços da Empresa em que se deseja inscrever bem como autorizar que as informações que fornece à Empresa podem ser usadas por ela.

Política de Opt-Out – Exige uma acção “negativa” do cliente. Ou seja, os potenciais clientes têm de “desmarcar” os serviços da Empresa em que deseja se inscrever bem como todas as informações que fornece e podem ser usadas pela Empresa.

Política de Double Opt-in – Exige uma dupla acção “positiva” de um potencial cliente. Ou seja e numa 1ª acção, para além do potencial cliente ter a possibilidade de auto-selecionar os serviços da Empresa em que se deseja inscrever bem como autorizar que as informações que fornece à Empresa podem ser usadas por ela. Numa 2ª acção, receberá um e-mail com um link e terá de clickar nesse link, reconformando a sua vontade em receber informações da Empresa.

Portanto, e lendo os dois últmos parágrafos, fica explícito que o envio de e-mails é simples, fácil e barato, mas o cerne da questão não reside no trabalho propiamente dito de envio de e-mails, mas sim no trabalho prévio relacionado com a obtenção de dados (qualidade da base de dados) e com a permissão (supõe-se análise de legislação) para o envio desses e-mails shots. Se este trabalho não for feito previamente, todo o baixo custo e facilidade no envio de e-mail marketing torna-se inglório e ineficaz, porque não temos o principal: permissão para contactar com os nossos prospects/clientes.